Spa do Sorriso → Tratamentos— CIRURGIA DE SISO

No consultório ou no hospital,
conforme o seu caso

Nem todo siso precisa sair. A decisão depende dos sintomas, da posição do dente e da relação com as estruturas ao redor.

AGENDAR AVALIAÇÃODr. Luiz Rodrigo de Albuquerque · CRO-SP 57369 · Taboão da Serra
Dr. Luiz Rodrigo de Albuquerque, cirurgião bucomaxilofacial
— QUANDO INVESTIGAR

O último dente a nascer
nem sempre encontra espaço.

O terceiro molar costuma aparecer no fim da adolescência ou no início da vida adulta. Quando fica preso no osso ou nasce parcialmente, pode favorecer inflamação, cárie no dente vizinho e outras alterações.

Se o dente está bem posicionado, funciona na mordida e pode ser higienizado, acompanhar pode ser melhor do que extrair. Radiografia panorâmica e, em alguns casos, tomografia ajudam nessa decisão.

Sinais que pedem avaliação

  • Dor, inchaço ou inflamações que voltam na região
  • Siso incluso ou parcialmente erupcionado, sem espaço
  • Cárie no siso ou no dente vizinho por causa da posição
  • Lesão associada ao dente incluso
  • Planejamento ortodôntico ou de cirurgia ortognática
— TRÊS CAMINHOS

A estrutura acompanha
a complexidade do caso.

01

No consultório

A maior parte das extrações pode ser feita com anestesia local e alta no mesmo dia.

02

Com óxido nitroso

A sedação consciente pode ser associada quando o medo ou a ansiedade dificultam o procedimento.

03

Em ambiente hospitalar

Pode ser indicado em casos mais complexos, condições de saúde específicas ou necessidade de anestesia geral.

— PLANO DE SAÚDE

Quando a cirurgia precisa
de ambiente hospitalar.

Procedimentos bucomaxilofaciais que exigem internação podem ter cobertura pelo plano médico com segmentação hospitalar ou pelo plano referência. A cobertura depende do contrato, da rede, das carências e da autorização da operadora.

Despesas hospitalares, honorários do cirurgião-dentista e materiais odontológicos podem seguir regras de cobertura diferentes. A equipe prepara o relatório clínico e orienta a documentação, mas a decisão final é da operadora.

Confira as regras do seu contrato e as orientações da Agência Nacional de Saúde Suplementar ↗.

— COMO FUNCIONA

Do exame ao retorno

  1. AvaliaçãoExame clínico, radiografia panorâmica e tomografia quando o dente está próximo de estruturas importantes.
  2. Definição do ambienteConsultório ou hospital, conforme a complexidade e as condições de saúde.
  3. DocumentaçãoQuando há indicação hospitalar, são preparados relatório e solicitação para a operadora.
  4. CirurgiaO procedimento é realizado com a anestesia planejada e orientações para o pós-operatório.
  5. AcompanhamentoA recuperação é revista nos retornos e os pontos são removidos no período indicado.
— PÓS-OPERATÓRIO

Os primeiros dias
pedem cuidado.

Inchaço, dificuldade para abrir a boca e desconforto podem aparecer nos primeiros dias. A intensidade varia com a complexidade da cirurgia e com cada pessoa.

Compressa fria, alimentação orientada, repouso relativo e uso correto da medicação fazem parte do cuidado. A equipe entrega as instruções por escrito e informa quais sinais exigem contato.

Agende sua avaliação e entenda o seu caso
antes de decidir qualquer coisa.

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